quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vai-te embora

É estranho, este sentimento. Parece o vento parado, um barulho inaudível. Nunca o vi nem nunca o senti. Veio na tua ausência e permaneceu na tua presença. Gostava de tirar o pano que cobre a tua cara para te conhecer. Apesar de não conseguir ver teu rosto, óh sentimento indesejado, eu sei que não gosto de ti. Fazes-me ter inveja, desejos inatingíveis, ambições horríveis, pesadelos sonhados. Fazes vir ao de cima aquilo que eu afundo nas profudenzas do meu ser. És um estranho que eu sinto, uma pedra no sapato. Mas não és mais forte que eu, desculpa. O que de deixas-te vir à tona da água, já eu afundei outra vez. Não foi tudo ao fundo, mas é assim. Nunca conseguimos algo a 100%, certo ? Certo. Poupa-me o trabalho, o cansaço, a tristeza e o sofrimento e destapa a tua cara. Quero ver o que está por detrás do truque de magia. E como ao conhecer o truque, deixa de ser magia...PUF.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Epah, gostei mesmo xD

"Grupo de pessoas q acha q o mundo vai acabar quando o tio do primo da irma do genro da sogra do amigo do cunhado do cao da empregada da Sra. Josefa rapar os pelos do nariz" Grupo que encontrei no hi5 x'D

[PS: Vê o posto anterior :$]

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Acontece.

Amanheceu e o sol morreu. Levantei-me da cama e vesti o pijama. De mangas arregaçadas corri para a rua. Vesti as calças e despi a camisola. Tirei os sapatos e vesti o casaco. Lavei os dentes e almoçei. Tornei a tomar banho e pentei o cabelo. Ainda faltava 1 hora para entrar dentro de casa e decidi arrumar o quarto. Lavei a louça do lanche e estendi a roupa seca. Faltavam agora duas horas meia e começei-me a preparar para dormir. Peguei na mochila da escola e fui para a praia. Depois de demasiadas horas de aulas saí do consultório. Cheguei ao estádio e pus a mochila nas costas e começei, finalmente, a vestir a roupa que me esteve colada ao corpo o dia todo graças ao suor proveniente daqueles 3 graus negativos. A lua já iluminava a bela da tarde com aqueles raios brancos. Peguei no comando da tv e liguei o forno. O almoço aqueceu e eu lanchei. Blá blá blás e estava na hora de levantar. Despi'me para lavar os dentes e enfiei'me no guarda-vestidos. Adormeci num instante e morri ali.
Por vezes a vida é assim. Confusa, sem sentido.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Alguém tem que morrer.

[Lembram-se disto: Aqui jaz, mais um corpo no meio de tantos e da sua continuação A consciência tem peso ?  ]

Pois bem, já foram dois.
E mais irão.

Quem?
Não sei.
Quando?
Em breve.
Porquê?
Porque eu gosto de matar. Gosto de saber que acabei com mais uma vida, que alguém vai sofrer com isso. Porque eu gosto que haja corpos inertes, sem alma, sem vida. É um gosto sobre o qual posso ser bastante críticado. Não percebo o porquê, mas pronto. Eu gosto de matar ficticiamente, enquando há quem goste de matar fisicamente. Enquanto eu tiver ideias, sempre haverá alguém a morrer. E quando não tiver mais ideias..bom, isso é surpresa. Mas alguém tem que morrer! Arranjar-vos-ei um pote no final do arco-irís x).
Achas que esse gosto de matar pode ser um problema?
Problema? Só se for de quem eu matar, pois não tenho problemas nenhuns ^^.
Já tens ideias?
Algumas, e uma delas vai ser já em prática no post seguinte.
Posso morrer?
Claro, é um gosto poder matar-te o: Basta dizeres-me a maneira como queres que eu te mate, se assim te for preferido. Se quiseres deixar ao meu critério, eu terei todo o gosto :)


PS: Vou tratar de criar etiquetas para facilitar o meu/vosso trabalho. Nunca achei piada a etiquetas mas pronto.